quinta-feira, 31 de março de 2011

PROFESSORES, VAMOS FAZER A MAIOR MANIFESTAÇÃO DE TODO O ESTADO!

Atenção Professores, Pais, Alunos e Comunidade em geral, a comissão de greve de Açailândia, convoca a todos para o maior manifestação em  prol  da nossa greve.
Vamos convidar a sociedade em peso para mostrar para esse governo autoritário que nós podemos, e que nesta terça-feira  (05/04/2011) a população de Açailândia vai mostrar o descontentamento com o governo.

Lembrando a todos os professores que o ponto de greve está sendo assinado todos os dias no periodo da tarde no escritório da UESA, ao lado do Jason Importados.

quarta-feira, 30 de março de 2011

CONVOTÓRIA DESTA QUINTA FEIRA

Convocamos os Professores para fazerem Blitz nas Escolas Estaduais de Açailândia. Veja a agenda abaixo:

MANHÃ
Cafeteira e Lourenço Galetti  às 7:00 hs no Portão do Cafeteira.

TARDE
Cafeteira e Galetti às 13:00 hs

NOITE
Meridalva às 19:00 hs


                      EXERÇA SEU PAPEL DE EDUCADOR - PARTICIPE!!!

GREVE EM AÇAILÂNDIA CONTINUA FIRME

Nessa quarta-feira 30/03/2011, os professores e alunos da rede estadual de ensino, fizeram um grande movimento, que começou em frente ao Banco do Brasil e finalizou em frente a Unidade Regional de Educação (URE).
Durante o movimento os trabalhadores e  alunos se concentraram  em frente a URE, com apitos, faixas e palavras de ordem. Reunidos, os mesmos mais uma vez falaram da motivação da greve e da politica educacional do Estado e da situação com que se encontram as escolas e os educadores de Açailândia.Na ocasião foi solicitado a presença da Gestora Geral para prestaresclarecimentos, porem, a mesma não compareceu. 
Uma grande conquista  para o movimento grevista, foi a participação da imprensa, que tantas vezes negou espaço para a divulgação da greve dos professres, com medo de retaliação por parte do governo do estado.
O movimento contou com a participação dos representantes da União dos Estudantes Secundaristas de Açailândia(UESA) e A Força Jovem(AFJ), grupo teatral Quilombagem,  alunos das escolas: Carlos Beckman, José Cesário, Cafeteira, Lourenço Galetti e outras.






PAUTA DE REIVINDICAÇÕES
  Aplicação imediata de Tabela Salarial com base na Lei do Piso
Aprovação imediata do Estatuto do Educador acordado com o governo em 2010

 Criação de um Plano Estadual de Educação com a participação democrática dos educadores do Maranhão  Concurso público imediato para funcionáios de escola
 Prorrogação da validade do concurso 2009
 Nomeação dos excedentes do último concurso público
 Concessão imediata das Promoções, Progressões e Titulações
 Regularização de concessão das licenças prêmios
Cumprimento da decisão judicial, quanto ao pagamento do acordo revogado pela Lei 7.885/2003

 Garantia de horas extras para os educadores que ultrapassarem a jornada de trabalho semanal na unidade de ensino
 Celeridade no processo de aposentadoria
 Formação inicial e continuada aos educadores
Ampliação do Programa Pró-Funcionário

Criação da gratificação de estímulo profissional para funcionário de escola
Cumprimento da legislação (CEE/MA) vigente quanto ao limite de alunos e sala de aula
 Isonomia salarial entre os professores contratados e efetivos
 Reajuste imediato do vale transporte
 Fim da terceirizaçã nas escolas
 Melhoria das condições de trabalho
Promoção da melhoria das condições de saúde e segurança no trabalho em todos os espaços das escolas públicas estaduais

  Regionalizaçã da assistêcia àsaúe
Criação de um plano estratégico de recuperação e ampliação das estruturas físicas do sistema educacional

terça-feira, 29 de março de 2011

Educadores e deputados discutem a retomada das negociações


Onze deputados encabeçados pelo presidente em exercício da Assembléia Legislativa, Marcos Caldas (PRB), reuniram-se na manhã desta terça-feira, (29), com a comissão de trabalhadores em educação.
A conversa com os parlamentares só foi possível, depois que os educadores realizaram em frente ao Palácio Manoel Bequimão, no Cohafuma, manifestação, a fim de sensibilizá-los quanto os motivos da greve iniciada no início deste mês com a participação de milhares de educadores em todo o Estado.
Durante o ato, os trabalhadores ocuparam todos os espaços daquela Casa Parlamentar. Com apitos, faixas e palavras de ordem, eles tentaram chegar até o Plenário, mas foram impedidos pelos seguranças do local, ficando apenas uma comissão de dez pessoas para um entendimento com os representantes da AL.
Reunidos, a comissão de professores falou mais uma vez da motivação da greve, das políticas educacionais do Estado e da situação com que se encontram as escolas e os educadores por todo o Estado. Os parlamentares envolvidos na conversa, mostraram total desconhecimento sobre a greve e suas reais motivações.
Na ocasião, foi cobrado que a AL cumpra o seu papel nesse processo que é buscar a negociação entre governo e sindicato. Ainda na ocasião, foi solicitado que a base do governo busque sensibilizar o governo do Estado a retomar o processo de negociação.
“A Assembléia Legislativa precisa assumir a defesa da educação. A sociedade precisa saber que os deputados se curvam definitivamente às políticas do governo, deixando de lado os interesses públicos. Precisamos denunciar a falta de vontade política dos governos conservadores”, destacou o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro.
Pinheiro disse ser necessário que os parlamentares, como representantes do povo, prestem contas com a sociedade e deixar claro de que lado estão. “A visita da categoria àquela Casa Parlamentar é para cobrar respeito e compromisso dos deputados para com a educação”, disse ele.
Audiência pública
O deputado Rubens Júnior (PC do B), propôs durante a reunião, audiência pública com a presença da secretária estadual de educação, Olga Simão. Sua proposição caiu por terra, haja vista a interveniência de deputados da base governista para a não realização da mesma. Uma forma segundo os educadores, de poupar a gestora de questionamentos e cobranças.
Outra proposição abortada foi a do deputado Bira do Pindaré (PT). Ele sugeriu encontro entre a categoria e a governadora Roseana Sarney. A idéia do petista é ouvir dela uma posição quanto ao movimento paredista.
Ao final do encontro o deputado César Pires (DEM), presidente da comissão de educação tomou a iniciativa de intervir junto á Seduc, no sentido de que uma nova reunião entre governo e sindicato, venha a ser agendada o mais breve possível. O referido parlamentar garantiu um posicionamento em no máximo 24 horas.
Destaque para a reclamação do deputado Marcelo Tavares (PSB)quanto a presença de uma equipe da cavalaria em frente da AL a fim de inibir o ato dos trabalhadores.
Presentes no debate os deputados: César Pires (DEM) , Rubens Júnior (PC do B), Bira do Pindaré (PT), Marcelo Tavares (PSB), Neto Evangelista (PSDB), Gardeninha (PSDB), Roberto Costa (PMDB), Edilásio Jr.( PV), Fufuca Dantas (PSDB), Eduardo Braide (PMN ) e Ceide Coutinho (PSB).
Fonte:SINPROESEMMA

segunda-feira, 28 de março de 2011

GREVE GERAL: CONVITE

CONVIDAMOS VOCÊ PROFESSOR E ESTENDEMOS O MESMO A SEUS ALUNOS, DA REDE PUBLICA ESTADUAL DE ENSINO PARA PARTICIPAREM DE UM PEDÁGIO E PANFLETAGEM, JUNTAMENTE COM O MOVIMENTO GREVISTA LOCAL DA POLICIA CIVIL DO MARANHÃO, NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA 30/03/2011 AS 08:00h, NA RUA DORGIVAL PINHEIRO DE SOUSA NAS PROXIMIDADES DA REDE BANCÁRIA.

PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO E SEGURANÇA PUBLICA DO MARANHÃO
 COMISSÃO DE GREVE DA EDUCAÇÃO E POLICIA CIVIL



PARTICIPE DAS MOBILIZAÇÕES E ASSINE O PONTO DE GREVE, POIS É ESTE QUE VALERÁ PARA EFEITO JURIDICO.

CONVOCAÇÃO EXTRAORDINÁRIA!

ATENÇÃO PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO, COMISSÃO DE GREVE DE AÇAILANDIA CONVOCA A TODOS A PARTICIPAREM DE UMA REUNIÃO, QUE ACONTECERÁ SEGUNDA-FEIRA(28/03/2011) NO CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS, QUE TERÁ COMO PAUTA, A MOBILIZAÇÃO PELAS RUAS DE AÇAILANDIA.

CONTAMOS COM SUA PRESENÇA.

sábado, 26 de março de 2011

Quem disse que os professores não querem o fim da greve?


Esse governo imoral de Roseana Sarney se utiliza de todos os meios espúrios para atingir os educadores do Maranhão. Agora inventou de usar nomes de entidades estudantis, cuja legimidade de muitas é altamente questionável, para dizer que alunos e pais pedem fim da greve. Ora, minha gente, quem mais quer o fim da greve somos nós professores. Só que não voltaremos pra sala de aula sem conquistas. A sociedade precisa ter clareza de que o fim da greve depende do governo, é dele que temos que cobrar.

O governo mente descaradamente quando diz que o sindacato não quer dialogar, pelo contrário, foi esse governo falido que optou pela tática do ataque ao invés de procurar o diálogo. Roseana zomba do povo maranhense, gastando dinheiro nosso com a TV Mirante, que é dela, para mentir e massacrar os educadores do povo maranhense. Uma vergonha!! Nosso povo precisar acordar e reagir e essa barbárie política em pleno século XXI.
 
Fonte: Carlos Hermes

sexta-feira, 25 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

ASSEMBLÉIA REGIONAL DE IMPERATRIZ DECIDE PELA CONTINUAÇÃO DA GREVE

Professores reunidos nesta sexta-feira (25/03/2011) na sede do sinproesemma de imperatriz decidiram com unanimidade pela continuação da greve. Os professores entenderam que somente com essa atitude de greve, o governo poderá atender todas as reivindicações da categoria.

O professor Nonato, líder do sindicato em Imperatriz, fez um balanço positivo da greve dos educadores, frisando que apenas três escolas estariam trabalhando de forma parcial em imperatriz, mas que desde a ultima quarta-feira (24/03/2011), praticamente todas as escolas de imperatriz e região aderiram a greve na sua totalidade.
Para finalizar a sua fala o professor Nonato convocou todos os educadores para um grande movimento que acontecerá nesta segunda-feira (28/03/2011), pelas ruas de Imperatriz e contará com a participação de Professores, Policiais Civis, Pais e Alunos.
Estiveram presente na assembléia de Imperatriz representantes dos professores das cidades de Estreito, João Lisboa, Senador La Roque, Porto Franco e Açailândia e todos garantiram que em suas cidades o movimento continua firme.
Esteve presente também o Secretário de Formação do SINPROESEMMA de São Luis Professor José Santos Brussio e destacou o formato da greve, que está ocorrendo por região, e afirmou de forma calorosa: “agora que a greve vai começar” e destacou ainda: “os ganhos só vem com união, luta e esforço da categoria, e que lugar de professor em greve é nas ruas brigando pelos seus direitos”.


O Professor Brussio destacou tambem, que na história do sindicato nenhum professor teve algum prejuízo em questão de greve, frisou também, que o sindicato paga para TV mirante, um espaço no horário nobre e a empresa está lesando o sindicato e professores, pois somente na capital as notas de esclarecimento feito pelo sindicato é divulgada para o publico, o que não vem acontecendo no interior, pois toda mídia, inclusive a mirante, se recusa a pelo menos informar como está a situação de greve em nosso estado, mesmo pagando tão caro pelo espaço.
No final o professor destacou que a greve aumenta a cada dia, e convocou todos os educadores para continuarem na luta.



Professor Nonato abre a Assembléia
Professor Brussio Secretário de Formação do Sinproesemma
 RESPOSTA DO SINDICATO, AOS ARGUMENTOS DO DESEMBARGADOR DO DIREITO À GREVE
A greve no serviço público é um direito?
SIM. A Constituição Federal, em seu artigo 9° garante o direito de greve a todos os empregados. O artigo 37, VII, repetiu o enunciado do artigo anterior, assegurando aos servidores públicos civis o direito de greve.
O trabalhador em educação, em estágio probatório, pode fazer greve?
SIM. Mesmo sem estar efetivado, o professor recém-nomeado, em estágio probatório possui os mesmos direitos dos já estáveis. O estágio probatório avalia se o professor tem aptidão para a docência e é feita por critérios objetivos. O servidor não pode ser considerado inabilitado para o magistério por conta de ter paralisado suas atividades.
O profissional da educação que participa de uma greve faz uso de um direito constitucional, não podendo ser punido por isso. Segundo entendimento do Ministro Marco Aurélio do Supremo Tribunal Federal, em recente julgado, “não há espaço para punição de servidor por aderir ao movimento grevista”. Alguns diretores de escolas da rede estadual alardeiam durante greves que a participação em movimento grevista pode acarretar prejuízos ao professor em estágio probatório. Essa afirmação deve ser ouvida e ignorada pelos colegas recém-nomeados da rede estadual, pois não passa de retórica que visa “enganar” os mais desavisados.
Os dias parados serão descontados?
NÂO.  Ao final da greve, o SINPROESEMMA consciente de sua responsabilidade perante a categoria, prioriza a negociação dos dias parados com o Governo do Maranhão. E como há, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, um calendário mínimo a ser cumprido, as duas partes, têm chegado, nas ultimas greves, a conclusão de que “os dias de paralisação não serão descontados mediante reposição das aulas”. É  importante destacar que mesmo durante o período grevista, as negociações continuam em voga. Durante a greve é recomendável que o professor assine o seu ponto nos locais de manifestações ou na sede administrativa do SINPROESEMMA.
A educação é um serviço essencial?
NÂO. Tem sido comum em nossos tribunais, o entendimento de que os serviços essenciais estão descritos no artigo 11 da Lei da Greve (lei n° 7783/1989) e são: I-tratamento e abastecimento de água; II- assistência médica e hospitalar; III- distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis; IV- funerários; V- transporte coletivo; VI- captação e tratamento de esgoto e lixo; VII- telecomunicações; VIII- guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares; IX- processamento de dados ligados a serviços essenciais; X- controle de tráfego aéreo; XI- compensação bancária. Fica claro, então, que o setor da educação (professores e profissionais da educação) está excluído da obrigatoriedade de manter 30%(trinta por cento) de servidores no exercício de atividades. A educação, por essa expressa previsão legal, pode parar 100%(CEM POR CENTO) suas atividades.

ASSEMBLÉIA REGIONAL DE AÇAILÂNDIA APROVA MANUTENÇÃO DE GREVE

Está mantida a greve dos trabalhadores em educação. Esta decisão foi tomada de forma unânime na Assembléia Regional realizada nesta quinta-feira na Sede do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Açailândia. Onde dezenas de educadores se reuniram e  decidiram pela manutenção da greve.
Na oportunidade varios professores se pronunciaram de forma contudente contra a posição do governo do estado em omitir-se na negociação e aprovação do estatuto do educador e as 21 reivindicações dos professores.
A greve continua...